À algum tempo atrás, lembro-me que eu estava tomando em café no Aeroporto. Eu estava sentado em frente à Alfândega do Terminal, e observava os turistas chegando no país. Era um dia atípico, havia poucos vôos chegando no Aeroporto, trazendo também poucos visitantes.
Enquanto eu observava a chegada das pessoas, algo de peculiar aconteceu: Um senhor bem vestido, de terno fino, acabara de chegar. Trazia uma mala grande, abarrotada de pertences. Logo que ele desceu do avião e desembarcou no portão de chegada, um oficial da Alfândega o barrou e disse: - Poderia me acompanhar? O senhor, com um certo espanto, concordou e ambos foram ao Terminal da Alfândega. O oficial, logo quando chegou, pediu para olhar a bagagem do passageiro. O viajante aceitou, e abriu a sua mala no balcão da Alfândega. E assim, o oficial começou a revistar a mala do senhor. Olhou suas roupas e seus pertences pessoais. Mas notou coisas curiosas. Várias fotos, mas muitas fotos. O oficial logo perguntou de onde era aquelas fotos, e o senhor respondeu que era de viagens passadas. Algumas destas viagens foram bastantes prazerosas, outras decepcionantes.
O oficial retrucou que, para uma nova viagem, não era preciso que o senhor levasse tanta bagagem. Muita coisa alí era totalmente desnecessária. O senhor, abaixou a cabeça, e concordou. Olhou foto por foto, e rasgou cada uma daquelas que não eram necessárias. Pediu ao oficial um lixo, e jogos os pedaços das fotos rasgadas lá. E por fim, guardou as outras fotos na mala. O oficial concordou, e o liberou da Alfândega, mas não sem antes dizer: Tenha um Feliz Ano Novo.
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